segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Brasil fora da crise.


Segunda-feira, 8 de agosto de 2011 às 19:58

O Brasil não está no epicentro da crise, avalia ministro Guido Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comenta a situação do Brasil perante a crise financeira internacional. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
O perigo da crise financeira não está no Brasil. A avaliação é do ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista coletiva concedida à imprensa após reunião de coordenação com a presidenta Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (8/8). O ministro informou que a reunião girou em torno da avaliação da situação econômica internacional.
“O Brasil não está no epicentro da crise. Haverá consequências, mas serão minimizadas. Nossa vantagem é o mercado interno forte. Além disso, temos reserva fiscal, monetária e instrumentos para controlar o câmbio. Se faltar crédito no mercado interno, armamento não falta”, assegurou Mantega.
O ministro comentou também a queda das principais bolsas de valores do mundo, decorrente do agravamento da crise econômica global. “Há uma fuga para a segurança”, explicou. Isso significa que os investidores tiram as aplicações das bolsas de valores e passam a investir em dólar, por exemplo.
Outro fator de nervosismo nos mercados, segundo Mantega, foi o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela agência Standart & Poor’s. Na percepção do ministro, houve “forçação de barra” em relação à medida.
“A moeda americana continua sólida, confio na solidez. Mas eles [os americanos] têm, sim, que resolver os problemas que impedem a recuperação econômica. Quando a economia patina, a dívida cresce e o desemprego continua”.
Sobre a União Europeia, na avaliação do ministro, os problemas estão demorando a ser resolvidos. “Houve agravamento da crise; cada vez fica pior. Os europeus têm que se apressar, parar de bater cabeça e dar solução mais forte para as dívidas”.

domingo, 7 de agosto de 2011

Muito interessante...

domingo, 7 de agosto de 2011

Rede Globo ordena perseguição à Celso Amorim para estimular militares

E a Globo, quem diria, rendeu-se à blogosfera

Rede Globo morre de saudades de 1964
Quem diria... a vênus platinada acusou o golpe, teve de render-se aos ventos dos novos tempos e apressou-se em dar resposta a um texto que nasceu, cresceu, multiplicou-se e ganhou corpo e repercussão... na blogosfera! Claro, sem ufanismos, alcances e audiências continuam a ser gritantemente distintos, sem termos de comparação, com vantagem ainda enorme para a TV Globo. Mas foi-se o tempo do monopólio da verdade - e a gigante ardilosa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro já não pode mais simplesmente ignorar o que se passa no andar de baixo, nesse mundinho virtual.

Para resgatar a linha do tempo: na sexta-feira, 05 de agosto, no blog "O Escrevinhador", o jornalista Rodrigo Vianna, que conhece as entranhas do dito jornalismo global, publicou um texto que citava uma fonte anônima da Globo que dizia ser cada vez mais insuportável trabalhar na emissora, por conta dos desmandos e das pressões, e revelava ainda que a ordem era bater firme no novo ministro da Defesa, Celso Amorim, que a vênus não suporta, para criar clima de instabilidade nas esferas militares.

Leia mais:
Globo e Ana Maria Braga: Nordeste no epicentro de um show de horrores
Globo ataca livro adotado pelo MEC e escritores riem da tese da emissora
Globo vai receber bagatela de R$ 30 milhões para organizar festinha da Copa
Lula manda recado aos militares valentões insatisfeitos com Celso Amorim
A Globo e a ditadura militar, segundo Walter Clark

Alertava Vianna: "O jornalista, com quem conversei há pouco por telefone, estava indignado: 'é cada vez mais desanimador fazer jornalismo aqui'. Disse-me que a orientação é muito clara: os pauteiros devem buscar entrevistados – para o JN, Jornal da Globo e Bom dia Brasil – que comprovem a tese de que a escolha de Celso Amorim vai gerar 'turbulência' no meio militar. Os repórteres já recebem a pauta assim, direcionada: o texto final das reportagens deve seguir essa linha. Não há escolha. Trata-se do velho jornalismo praticado na gestão de Ali Kamel: as 'reportagens' devem comprovar as teses que partem da direção".

Pois eis que, coincidência, 24 horas depois da circulação do texto (que se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais), a Globo veio a público, na edição do Jornal Nacional deste sábado, 06 de agosto, para cantar em verso e prosa um documento que estabelece "os princípios editoriais que norteiam o trabalho das redações das Organizações Globo". A tal carta de intenções fala em "independência, isenção, correção, lealdade com a notícia e não sensacionalismo, garantia de contraponto" e reafirma que "para a Globo, não há assunto tabu"; faz questão também de reforçar o "espírito pluralista e apartidário".

Amorim incomoda os conservadores
Logo na Introdução do documento, texto assinado pela santíssima trindade Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho e José Roberto Marinho diz que "com a consolidação da Era Digital, em que o indivíduo isolado tem facilmente acesso a uma audiência potencialmente ampla para divulgar o que quer que seja, nota-se certa confusão entre o que é ou não jornalismo, quem é ou não jornalista, como se deve ou não proceder quando se tem em mente produzir informação de qualidade". O apelo parece claro, não? Só faltou dar nome aos bois e implorar "por favor, não acreditem no que andam por aí escrevendo o senhor Rodrigo Vianna e seus asseclas". Como escreveu o cineasta, jornalista e blogueiro Mauricio Caleiro no twitter, "declaração de princípios da Globo é vitória incontestável da blogosfera. Está na cara que é reação ao post do Rodrigo Vianna".

Aliás, agora que a Globo resolveu mesmo fazer jornalismo, poderia estabelecer um mea culpa público a respeito do apoio irrestrito dado à ditadura militar e repudiar as versões históricas levianas que ajudou a construir e consolidar, usando seus pressupostos críticos e cidadãos para destacar a importância da Comissão da Verdade, certo? E, já que não existem mais assuntos tabus, poderia veicular algumas reportagens a respeito das negociações que resultaram nas assinaturas de contratos com os clubes brasileiros para garantir transmissões do Campeonato Brasileiro, não é mesmo? E que tal produzir uma série especial dedicada exclusivamente a debater as falcatruas na CBF e na FIFA? Ajudaria a começar essa "nova era".

Leia também:
Adios, Jobim! Dilma demite ministro falastrão
Leitor de blog é mais informado que jornalistas de papel
Caso Irã: Tucanos não resistem à argumentação de Celso Amorim
Até a elite dos EUA reconhece a importância do Brasil, só falta a nossa

Tudo discurso vazio, jogo de cena. Sim, porque a mesma edição do JN silenciou sobre pesquisa feita pelo Instituto Datafolha e divulgada neste sábado que mostra que a aprovação do governo da presidenta Dilma Rousseff continua elevadíssima (48% de ótimo e bom, 39% de regular e apenas 11% de ruim ou péssimo), mesmo depois das turbulências e recentes denúncias de corrupção no Ministério dos Transportes. É, talvez tenha sido apenas um lapso... a Globo faz jornalismo "apartidário"...

Para além dos desvios jornalísticos globais, a mensagem que o episódio deixa é que a Globo não nada mais de braçada, não fala mais sozinha, não tem mais o poder que ousou acumular em décadas passadas. Entre 2000 e 2010, a audiência média do Jornal Nacional caiu mais de dez pontos percentuais (de 39,2% para 28,9%). Penso que um momento marcante recente e emblemático desse processo de decadência foi o episódio do "atentado com bolinha de papel" cometido contra José Serra na campanha presidencial do ano passado. A farsa tucana já tinha sido desmontada e desmentida na blogosfera. Mas, para tentar mantê-la, o Jornal Nacional usou cerca de nove minutos de uma de suas edições, recorrendo a depoimentos de "legistas especialistas".

Ora, se a web fosse mesmo tão irrelevante, pouco importante, sem capacidade de irradiação e repercussão, sem impacto e condições de dialogar com a opinião pública de forma ampla, por que raios o telejornal de maior audiência da principal emissora do país precisaria ter usado quase dez minutos para contestar o que nas esferas virtuais se dizia? Por que gastar um tempo tão precioso e prestar atenção ao que inofensivos tuiteiros e blogueiros escreviam? Sinal evidente, me parece, de que havia algo de podre no reino do (superado) monopólio da verdade.

Para Antonio Lassance, cientista político e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a "velha mídia está derretendo". Exagero? Talvez. É certamente um processo complexo, longo, marcado por conflitos, idas e vindas, avanços e recuos. A Globo continua a ser extremamente poderosa, uma gigante da comunicação. Não vai deixar de sê-lo da noite para o dia, num passe de mágica. Por outro lado, parece evidente que já não é mais proprietária do samba de uma nota só. Há fraturas, diálogos e dissonâncias, contestações, resistências, outras versões - que em boa medida encontram-se na web (embora não residam apenas nela).

Sim, a blogosfera conversa o tempo inteiro com os descaminhos vividos pelo ser humano, de forma mais geral, e com os desvios de rota do jornalismo, mais especificamente. Não é o paraíso dos puros - nem o inferno dos demônios. Não estará equivocado assim quem disser que a internet abriga aventureiros, oportunistas, pilantras, gente que faz pseudo-jornalismo, e até mesmo criminosos. Mas acertará na mosca quem bancar que é possível encontrar na web matérias sérias e responsáveis, textos jornalísticos que levam à reflexão e que cumprem o papel de estabelecer contraponto e de prestar serviço público.

Na miscelânea chamada blogosfera, espaço democrático de contradições, há afinal bom exercício de jornalismo analítico sendo feito - que em alguns momentos, cada vez mais frequentes, consegue inclusive inverter a mão de direção. E pautar a agenda da velha mídia. Consegue incomodar a vênus platinada. Nessas horas, que falta faz o engenheiro Leonel Brizola... 
Por Francisco Bicudo, em seu blog 
 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Abdullah Abu Rahmah message to Brazilian people

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

No Regime Democrático não devemos ficar quietinhos.

Aldo e Temer são cotados para o lugar de Jobim

A presidenta Dilma Roussef mandou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) buscar o ministro Nelson Jobim em Tabatinga (AM) nesta quinta-feira 4, onde ele cumpria agenda de seu ministério. O avião o leva para Brasília, onde chegará à noite para ser demitido.
Leia mais:
A última de Jobim: Ideli Salvatti é “fraquinha”
Pedro Serrano: Jobim deveria ser demitido
Se o ministro estava se esforçando para deixar o governo do qual faz parte , ele enfim conseguiu nesta quinta. A presidenta optou por demiti-lo após uma entrevista do ministro à revista Piauí, na qual classificou como “fraquinha” sua colega Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, e declarou que Gleisi Hoffman, da Casa Civil, “nem sequer conhece Brasília”.
O ministro declarou que a afirmação estava fora de contexto. “O que nós comentávamos era o projeto de lei sobre informações sigilosas. Em momento nenhum fiz referências dessa natureza”, disse nesta quinta, no Amazonas.
No entanto, a polêmica com a revista Piauí foi a última de um verdadeiro festival de verborragia do ministro Jobim que acabou sempre tendo o governo do qual faz parte como alvo.
Primeiro, em uma homenagem pública aos 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jobim citou Nelson Rodrigues para para criticar o atual governo. “Ele (Rodrigues) dizia que, no seu tempo, os idiotas chegavam devagar e ficavam quietos. O que se percebe hoje, Fernando, é que os idiotas perderam a modéstia. E nós temos de ter tolerância e compreensão também com os idiotas, que são exatamente aqueles que escrevem para o esquecimento”.
A segunda bateria do fogo amigo aconteceu em entrevista a um programa do portal UOL, no qual declarou ter votado em José Serra nas eleições para a presidência em 2010, e não na atual chefe, Dilma Rousseff.
Nesta quinta estourou a polêmica da entrevista para a revista Piauí, que culmina em sua demissão. O deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) e o vice-presidente Michel Temer são os nomes cotados para assumir o ministério da Defesa em seu lugar.

Carta Capital

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Rumo a diminuição de Imposto,sem prejudicar os serviços básicos necessários.

Uma cruzada em defesa da indústria brasileira diante do mercado internacional

http://www.flickr.com//photos/blogplanalto/sets/72157627340081714/show/O Brasil tem dois obstáculos a vencer para garantir seu desenvolvimento perene e sustentável: superar os riscos à indústria nacional decorrentes de um câmbio desequilibrado e diversificar sua pauta de exportações em direção a manufaturados de maior valor agregado. A afirmação é da presidenta Dilma Rousseff que, nesta terça-feira (2/8), lançou o Plano Brasil Maior, a nova política industrial, tecnológica, de serviços e de comércio exterior do país.
“Estes desafios só podem ser vencidos com inovação, com tecnologia e com produtividade (…). Os industriais brasileiros e os trabalhadores das indústrias brasileiras podem ter certeza de que este governo está do lado deles”, disse a presidenta.
Dilma Rousseff afirmou que hoje, mais do que nunca, é imperativo defender a indústria brasileira da “concorrência desleal e da insanidade cambial” que empobrecem as exportações brasileiras. Nesse sentido, o governo trabalha para garantir condições tributárias e de financiamento adequadas ao estímulo aos investimentos produtivos e à geração de emprego, informou.
A presidenta Dilma Rousseff se dirigiu aos que pensam que o mais prudente é não agir e “esperar a onda passar” e informou que, amparada na experiência brasileira de 2008 e 2009, atuará com indispensável bom senso mas com “uma boa dose de ousadia”. É justamente numa situação de tensões eletrizantes no mundo que devemos agir, completou.
“O nosso desafio é fazer tudo isso sem recorrer ao mesmo protecionismo ilegal que tanto nos prejudica e que tanto criticamos; sem ameaçar a estabilidade com intervenções abruptas e perturbadoras na economia; sem abrir mão da arrecadação necessária para atender às demandas indispensáveis da população, principalmente nas áreas social e de infraestrutura; e, claro, sem desrespeitar os direitos dos trabalhadores.”
Conjuntura internacional – Em seu discurso, a presidenta afirmou que, pelo que tudo indica, o Congresso americano aprovará hoje um pacote de medidas que amplia a capacidade de endividamento dos Estados Unidos. Isto evitará o pior – ponderou – mas o mundo ainda viverá um longo período de tensão econômica.
Ouça abaixo íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição:


Em sua opinião, o atual cenário econômico é “resultado dramático da insensatez, da incapacidade política e da supremacia de ambições regionais e corporativas de alguns países sobre as necessidades globais”. Ela frisou ainda que o excesso de liquidez imposta pelos países ricos em direção aos países emergentes provocou um opressivo desequilíbrio cambial, que fará com que a instabilidade continue por mais tempo.
A presidenta garantiu que, apesar do momento turbulento, o Brasil tem condições de enfrentar a crise, ainda que não possa se declarar isento de seus efeitos. Para ela, as medidas do Brasil Maior vêm ao encontro da estratégia brasileira para enfrentamento da crise, que passa pelo fortalecimento da indústria nacional.
“Fomos o primeiro país a superar aquele período difícil, e temos condições de fazê-lo de novo (…). Estamos iniciando, com o Plano Brasil Maior, uma cruzada em defesa da indústria brasileira diante do mercado internacional. Sobretudo, para que não lhe seja roubado o mercado interno, construído a duras penas e consolidado, nos últimos oito anos, com a ascensão de 40 milhões de brasileiros às classes médias”

domingo, 31 de julho de 2011

Imagens da Semana

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Domingo, 31 de julho de 2011 às 9:00

A semana em imagens (24 a 30 de julho)

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sábado, 30 de julho de 2011

Ética faz parte de nossa Cultura, temos que respeitar.

Brasil

30 de Julho de 2011 - 12h59

Presidente constrange Jobim e cogita substituição

A presidente Dilma Rousseff constrangeu na sexta (29) o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ao tratá-lo de forma protocolar durante evento oficial no Palácio do Planalto. Dilma avalia a possibilidade de demiti-lo da pasta após Jobim declarar publicamente  ter votado no tucano José Serra na eleição presidencial de 2010. Irritada com a declaração, Dilma cogitou demitir Jobim, mas preferiu não fazer imediatamente.

 No governo avalia-se que, se o ministro tivesse pedido demissão, ela teria aceito na hora.
Ontem, em um evento no Planalto, Dilma tratou o auxiliar com frieza ostensiva. Não o citou no discurso, como é praxe. O cumprimento entre ambos foi protocolar.

Dilma já sabia da opção eleitoral do ministro por Serra desde o ano passado. Ainda assim, decidiu reconduzi-lo ao cargo por influência de Lula. Pesou a favor de Jobim seu reconhecimento no meio militar e seu trabalho para institucionalizar o Ministério da Defesa, criado há 12 anos.

Ministro de Lula e Fernando Henrique, Jobim perdeu espaço sob Dilma. Deixou de ser mediador em negociações com o mundo jurídico e não conseguiu concluir a compra dos caças Rafale.

O próprio Jobim confidenciou a amigos que não ficará por muito tempo no posto. A recente polêmica, porém, pode precipitar sua saída.

Além de revelar o voto em Serra, o ministro afirmou que o tucano teria tomado as mesmas atitudes de Dilma se tivesse vencido a eleição.

Essa foi a segunda controvérsia a incomodar o Planalto. Em junho, numa homenagem a FHC, o ministro havia dado declaração ambígua: "Os idiotas perderam a modéstia". Isso foi interpretado como uma referência à atual gestão. Ele negou.

O Planalto registrou que Jobim revelou o voto em Serra na terça de manhã, mas não antecipou a declaração, que seria publicada no dia seguinte, na reunião que teve com Dilma naquele dia. Na sexta (29), integrantes do alto escalão tratavam da demissão sem cerimônia. Dilma chegou a ouvir de diversos interlocutores que o melhor seria demiti-lo de imediato.

Fonte: Folha