sexta-feira, 27 de julho de 2012

Empregos em Alta, saldo positivo nos últimos anos.


24/07/12 - 07h24
Brasil cria 1 milhão de empregos em 2012

No primeiro semestre, total de vagas formais sobe 2,76%


O Brasil criou 1.047.914 novos postos de trabalho formais no primeiro semestre deste ano, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na segunda-feira (23). Com isso, a quantidade de trabalhadores com carteira assinada é 2,76% maior do que em dezembro de 2011.
O saldo entre demissões e admissões tem sido positivo há dez anos (veja gráfico). Em junho de 2012, foram gerados 120.440 postos de trabalho, equivalentes ao crescimento de 0,31% sobre a quantidade de assalariados do mês anterior. Houve expansão do emprego em todos os oito setores de atividade econômica. O total de admissões em junho foi de 1.732.327, o segundo maior para o mês, e o de desligamentos atingiu 1.611.887, o maior para o período.
Nos últimos doze meses, houve um crescimento de 4,08% no nível de emprego, com o acréscimo de 1.527.299 postos de trabalho, e, no período de janeiro de 2011 a junho de 2012, o crescimento foi de 8,54%, representando um aumento de 3.064.257 vagas.
Setores - No primeiro semestre do ano, todos os oito setores de atividade econômica apresentaram expansão, com destaque para Serviços, com 469.699 postos (3,05%). Em seguida, está a Construção Civil, com 205.907 postos (7,13%), que registrou seu terceiro maior saldo na série semestral do Caged e a segunda maior taxa de crescimento entre os setores, para o período.
Já o setor Agrícola, com a criação de 135.440 empregos, obteve a maior taxa de crescimento do período, com 8,69%. O Comércio abriu 56.122 postos (0,66%), e a Indústria de Transformação abriu 134.094 vagas (1,64%).
Regiões - Foi apresentado crescimento em todas as regiões geográficas, sendo que a Sudeste abriu 619.950 postos (3,03%); Sul, 203.253 postos (2,96%); Centro-Oeste, 152.403 postos (5,40%), o terceiro maior saldo para o período; Norte, 44.565 postos (2,63%) e Nordeste, 27.743 postos (0,46%).

Salário médio de admissão tem aumento real de 5,9%
Os salários médios de admissão apresentaram um aumento real de 5,90% no primeiro semestre, passando de R$ 946,79 em 2011, para R$ 1.002,64 em 2012. O cálculo leva em conta o Índice Nacional De Preços ao Consumidor (INPC). Os dados do Caged apontam elevação generalizada no País.
Os estados que apontaram os maiores ganhos reais foram: Acre (13,48%), Sergipe (9,92%), Pará (9,18%), Rio Grande do Norte (8,92%), Pernambuco (8,41%), Distrito Federal (8,32%) e Mato Grosso (8,19%). O crescimento real para os homens foi de 5,94%, e, para as mulheres, de 6,15%. Com esse resultado, a relação entre os salários feminino e masculino passou de 86,25% em 2011 para 86,42% em 2012.
Dez anos - O Caged apresenta uma tendência de crescimento nos salários médios reais de admissão no período de 2003 a 2012, com aumento real de 40,92%, ao passarem de R$ 711,51 para R$ 1.002,64, respectivamente. Esse resultado decorreu do aumento de 44,62% para os homens e 35,73% para as mulheres.

(Fonte: Secom - Governo Federal)

terça-feira, 24 de julho de 2012

Ophir irá discutir impeachment no Paraguai na reunião do Coadem

A partir desta sexta-feira, dia 27, o presidente da OAB, Ophir Cavalcante Jr., irá participar da Assembleia Geral do Conselho de Colégios e Ordens de Advogados do Mercosul (Coadem), que será realizada na cidade de Mendoza, na Argentina.
Um dos temas na pauta para discussão é a situação do ex-presidente paraguaio Fernando Lugo, que sofreu impeachment e foi destituído da presidência do país no dia 22 de junho deste ano.
A reunião será realizada a partir das 14 horas, na sede do Colégio de Advogados e Procuradores de Mendoza. Também participarão do evento o vice-presidente da OAB nacional, Alberto de Paula Machado e Roberto Busato e Cezar Britto, estes, membros honorários vitalícios da OAB.

 
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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Elites do Brasil enriqueceram com paraísos fiscais, diz relatório

22/7/2012 16:41,  Por Redação, com ABr - de Brasília
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Um estudo inédito, que, pela primeira vez, chegou a valores depositados nas chamadas contas offshore sobre as quais as autoridades tributárias dos países não têm como cobrar impostos, mostra que os super-ricos brasileiros somaram até 2010 cerca de US$ 520 bilhões (ou mais de R$ 1 trilhão) em paraísos fiscais. Trata-se da quarta maior quantia do mundo depositada nesta modalidade de conta bancária.
Paraíso fiscal
O estudo mostra que ricos brasileiros chegaram a ganhar até US$ 520 bilhões em paraísos fiscais
O documento The Price of Offshore Revisited, escrito por James Henry, ex-economista-chefe da consultoria McKinsey, e encomendado pela Tax Justice Network, cruzou dados do Banco de Compensações Internacionais, do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e de governos nacionais para chegar a valores considerados pelo autor.
O relatório destaca o impacto sobre as economias dos 139 países mais desenvolvidos da movimentação de dinheiro enviado a paraísos fiscais. Henry estima que, desde os anos 1970 até 2010, os cidadãos mais ricos desses 139 países aumentaram de US$ $ 7,3 trilhões para US$ 9,3 trilhões a “riqueza offshore não registrada” para fins de tributação.
A riqueza privada offshore representa “um enorme buraco negro na economia mundial”, disse o autor do estudo. Na América Latina, chama a atenção o fato de, além do Brasil, países como o México, a Argentina e Venezuela aparecerem entre os 20 que mais enviaram recusos a paraísos fiscais.
John Christensen, diretor da Tax Justice Network, organização que combate os paraísos fiscais e que encomendou o estudo, afirmou ao jornal da BBC Brasil que países exportadores de riquezas minerais seguem um padrão. Segundo ele, elites locais vêm sendo abordadas há décadas por bancos, principalmente norte-americanos, para enviarem seus recursos ao exterior. “Instituições como Bank of America, Goldman Sachs, JP Morgan e Citibank vêm oferecendo este serviço. Como o governo americano não compartilha informações tributárias, fica muito difícil para estes países chegar aos donos destas contas e taxar os recuros”, afirma.
Segundo o diretor da Tax Justice Network, além dos acionistas de empresas dos setores exportadores de minerais (mineração e petróleo), os segmentos farmacêutico, de comunicações e de transportes estão entre os que mais remetem recursos para paraísos fiscais. “As elites fazem muito barulho sobre os impostos cobrados delas, mas não gostam de pagar impostos”, observa Christensen. “No caso do Brasil, quando vejo os ricos brasileiros reclamando de impostos, só posso crer que estejam blefando. Porque eles remetem dinheiro para paraísos fiscais há muito tempo”.
Chistensen diz ainda que no caso do México, da Venezuela e Argentina, tratados bilaterais como o Nafta (tratado de livre comércio EUA-México) e a ação dos bancos americanos fizeram os valores escondidos no exterior subirem vertiginosamente desde os anos 70, embora “este seja um fenômeno de mais de meio século”. O diretor da Tax Justice Network destaca que há enormes recursos de países africanos em contas offshore.

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Posso ter meu blog, maravilha,...posso ouvir rádio FM (sonho de criança), obrigada pelos acessos; nem tenho um jornal , imagino que sou artista... de Gavão Peixoto para o mundo.








quinta-feira, 19 de julho de 2012

Megawatt Solar.


Eletrosul irá instalar usina solar em Florianópolis

18/7/2012 12:13,  Por Redação, com Ag. Rio de Notícias - do Rio de Janeiro
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A Eletrosul publicou no Diário Oficial da União desta quarta-feira o resultado da concorrência internacional para implantação do projeto Megawatt Solar – uma usina fotovoltaica com capacidade instalada de um megawatt-pico (MWp), integrada ao edifício-sede da empresa, em Florianópolis (SC). O proponente vencedor foi o Consórcio Efacec Megawatt Solar, constituído pela portuguesa Efacec e Efacec do Brasil.
Megawatt Solar
A licitação para a realização do projeto Megawatt Solar foi concedida à empresa portuguesa Efacec
A escolha pelo critério menor preço, em regime de empreitada global, resultou no valor proposto homogeneizado de R$ 8.099.637,42, quase 15% inferior ao previsto no edital de aproximadamente R$ 9,5 milhões. Ao todo, oito proponentes participaram do certame.
Com a publicação do resultado, a expectativa da Eletrosul é que o processo licitatório seja concluído até meados de agosto. A partir da assinatura do contrato e das ordens de serviço com o vencedor da concorrência, o prazo para instalação do empreendimento é de oito meses.
O Megawatt Solar, com capacidade de um megawatt-pico (MWp), é um projeto inédito no Brasil, considerando o modelo (BIPV – sigla em inglês para Sistema Fotovoltaico Integrado à Edificação), o porte da usina e a forma de comercialização. A usina será conectada à rede elétrica local e a energia comercializada a consumidores livres.
Os cerca de 4 mil módulos solares que estarão no telhado do prédio e sobre a cobertura dos estacionamentos, totalizando uma área de aproximadamente 10 mil metros quadrados, devem gerar, em média, 1,2 gigawatts-hora (GWh) por ano, o que equivale ao consumo anual de cerca de 570 residências.
Projeto-piloto
Com o objetivo de prospectar resultados para o projeto Megawatt Solar e adquirir experiência e conhecimento, a Eletrosul implantou uma planta-piloto fotovoltaica em um dos estacionamentos frontais do edifício-sede, que entrou em operação em fevereiro de 2009. A produção de energia elétrica – 12 kilowatts-hora – atende parte do consumo do edifício-sede da empresa.

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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Gavião Peixoto: há quem torce muito para minimizar a seca para os parentes de Pernambuco.

Governo inaugura trecho da transposição do Rio São Francisco

Por Marco Antonio L.
No Democracia e Política
São Francisco: EXÉRCITO ENTREGA A 1ª OBRA DA TRANSPOSIÇÃO

Dois canais e uma barragem foram inaugurados quarta-feira em Pernambuco no projeto de intervenção do Rio São Francisco. Orçamento inicial dobrou
Por Leandro Kleber, do jornal “Correio Braziliense”

“Cabrobó (PE) — O governo federal inaugurou quarta-feira, finalmente, um trecho das obras de transposição do Rio São Francisco. Foram entregues pelo Exército, responsável por alguns trechos do empreendimento, dois canais de ligação e uma barragem no município pernambucano. A inauguração, porém, ficou comprometida, pois para que a água passe pelos quase 4km construídos pelos militares até chegar ao reservatório, é necessário finalizar uma estação de bombeamento e uma ponte. Esses projetos são tocados por empreiteiras. Apesar da importância dada pelos militares à solenidade de entrega das obras, o evento foi esvaziado, já que o primeiro escalão do governo participa da conferência “Rio+20”.

Iniciada em 2007, no governo Lula, está longe de ser concluída. As obras de transposição do Rio São Francisco, que, quando finalizadas deverão beneficiar mais de 12 milhões de pessoas nos estados de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, só estarão encerradas em 2015. O planejamento inicial previa a conclusão em 2010 do Eixo Leste, com extensão de 220km e orçamento inicial de R$ 1,5 bilhão, e em dezembro de 2012, do Eixo Norte, com extensão de mais de 400km e custo preliminar de R$ 3,4 bilhões.

Mas muitos trechos tiveram de ser renegociados com as empreiteiras, e novas licitações serão feitas até setembro, de acordo com o Ministério da Integração Nacional. Algumas delas acabaram abandonando os canteiros de obra por divergências entre o projeto básico, elaborado pela pasta, e o executivo, feito pelas empresas. O problema é que o orçamento já estourou as contas iniciais, que apontavam investimentos da ordem de R$ 4 bilhões. Agora, o custo total deve ultrapassar a casa dos R$ 8 bilhões.

"Temos casos em que teremos que punir as empresas. Há dificuldade para negociar. Por lei, a administração pública pode conceder aditivo de até 25% sobre o valor inicial previsto", explica o secretário de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional, Francisco Teixeira. Ele argumenta que o preço da obra foi elevado por causa da atualização anual da inflação, por problemas entre os projetos básico e executivo e devido a [novas exigências e] novo cálculo de custos dos programas ambientais.
No caso do trecho sob a responsabilidade do Batalhão de Engenharia e Construção do Exército, o ministério avalia que, por ser órgão do Estado, há facilidades. "Eles não precisam passar por aqueles processos licitatórios, por exemplo", diz. O general Joaquim Silva e Luna, chefe do Estado-Maior do Exército, avalia que a diferença é que as empresas buscam o lucro, enquanto os militares desejam prestar um bom serviço à sociedade. "Estamos fazendo nossa parte, mas acredito que as coisas [pelas empreiteiras privadas] deveriam estar sendo feitas simultaneamente", afirmou, na frente da Barragem de Tucutu, que ainda não recebeu água devido aos atrasos nas obras de bombeamento tocadas pela iniciativa privada.
O Comando garante que irá devolver R$ 5,5 milhões à União por não ter usado a verba e que, no total, foram desembolsados R$ 121 milhões com a construção dos dois canais e com a barragem.”
BALANÇO:

Investimento total - R$ 8 bilhões
Investimento de 2007 a 2010--Eixo Leste: R$ 1,8 bilhão
--Eixo Norte: R$ 1,7 bilhão
Execução das obras--Eixo Leste: 50%
--Eixo Norte: 23%
Previsão de término--Eixo Leste: dezembro de 2014
--Eixo Norte: dezembro de 2015
Total de pessoas, em 390 municípios, beneficiadas com o projeto: 12 milhões”
FONTE: reportagem de Leandro Kleber, do “Correio Braziliense”. Transcrita no portal da FAB (http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?datan=21/06/2012&page=mostra_notimpol) [Imagem do Google adicionada por este blog ‘democracia&política’].

terça-feira, 17 de julho de 2012

Evolução Territorial do Brasil 1872-2010 IBGE


Evolução da Divisão Territorial do Brasil 1872-2010
Histórico
Os estudos da Divisão Regional do IBGE tiveram início em 1941 sob a coordenação do Prof. Fábio Macedo Soares Guimarães. O objetivo principal de seu trabalho foi de sistematizar as várias "divisões regionais" que vinham sendo propostas, de forma que fosse organizada uma única Divisão Regional do Brasil para a divulgação das estatísticas brasileiras. Com o prosseguimento desses trabalhos, foi aprovada, em 31/01/42, através da Circular nº1 da Presidência da República, a primeira Divisão do Brasil em regiões, a saber: Norte, Nordeste, Leste, Sul e Centro-Oeste. A Resolução 143 de 6 de julho de 1945, por sua vez, estabelece a Divisão do Brasil em Zonas Fisiográficas, baseadas em critérios econômicos do agrupamento de municípios. Estas Zonas Fisiográficas foram utilizadas até 1970 para a divulgação das estatísticas produzidas pelo IBGE e pelas Unidades da Federação. Já na década de 60, em decorrência das transformações ocorridas no espaço nacional, foram retomados os estudos para a revisão da Divisão Regional, a nível macro e das Zonas Fisiográficas.
Metodologia
O caráter intrínseco da revisão da Divisão Regional do Brasil refere-se a um conjunto de determinações econômicas, sociais e políticas que dizem respeito à totalidade da organização do espaço nacional, referendado no caso brasileiro pela forma desigual como vem se processando o desenvolvimento das forças produtivas em suas interações como o quadro natural. Sem deixar de lado as partes constitutivas da referida totalidade, a Divisão Regional em macrorregiões a partir de uma perspectiva histórico-espacial enfatiza a divisão inter-regional da produção no País, a par da internacionalização do capital havida pós-60, buscando as raízes desse processo na forma como o estado ora tende a intervir, ora a se contrair, em face da evolução do processo de acumulação e de valorização do capital, que pode ser traduzido nos sucessivos e variados Planos de Governo. A Divisão Regional do Brasil em mesorregiões, partindo de determinações mais amplas a nível conjuntural, buscou identificar áreas individualizadas em cada uma das Unidades Federadas, tomadas como universo de análise e definiu as mesorregiões com base nas seguintes dimensões: o processo social como determinante, o quadro natural como condicionante e a rede de comunicação e de lugares como elemento da articulação espacial.
Aplicabilidade
Elaboração de políticas públicas; subsidiar o sistema de decisões quanto à localização de atividades econômicas, sociais e tributárias; subsidiar o planejamento, estudos e identificação das estruturas espaciais de regiões metropolitanas e outras formas de aglomerações urbanas e rurais.